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Jeans e estampa

Mais um look com a camisa jeans! Versátil que só ela, resolvi combinar com uma saia estampada (que também já apareceu aqui) e ver no que dava.

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Essa saia me dá um certo bloqueio pra usar… Sempre fico achando que ela só combina com cores que estão na estampa, como vermelho, verde e amarelo. Achei que ficou bem com a camisa jeans!
Olha, não é pra me gabar, mas finalmente consegui fazer umas fotos bem legais usando tripé e câmera programada! Espero repetir o milagre mais vezes!

Serviço
Saia – Talento
Camisa – Renner
Sapato – Temptation da Melissa
Bijus – acervo pessoal

Bom final de semana pra vocês!
Beijo!

Cinco perfis de Instagram para seguir

Se teve uma rede que se popularizou muito rápido nos últimos tempos, foi o Instagram. Quem conhece, sabe que o aplicativo é viciante, justamente por ter tanta coisa interessante rolando por lá!
Por isso, confesso: adoro pesquisar muitas imagens e novidades no Insta! Não deixa de acompanhar o Gordita por lá, hein? Segue aí: @gorditablog

E hoje eu trouxe pra vocês cinco perfis que eu sigo por lá que são verdadeiras referências pra mim em termos de beleza, autoestima, novidade e estilo.

1. Tess Munster

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Tess Munster é americana, modelo e maquiadora. Ano passado ela estrelou diversos editoriais em revistas especializades na gringa, sendo citada inclusive pela revista Vogue. Linda, com um cabelo maravilhoso (eu fico suspirando!), ela lançou no Instagram o movimento #effyourbeautystandarts (traduzindo: f*dam-se os seus padrões de beleza!) que busca justamente questionar a indústria da moda e da beleza que pregam modelos limitados e, muitas vezes, irreais, que contribuem com toda a paranóia e insegurança da mulherada com seus corpos. Esse movimento se popularizou muito no Instagram (basta jogar na busca essa expressão pra ver os milhões de posts com a hashtag!), dando a ela espaço na mídia inclusive para falar a respeito.

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2. Honor Elizabeth

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Honorine é canadense e uma mulher que, como muitas outras, sempre enfrentou dificuldades para aceitar o próprio corpo, não só pelo peso, mas também pela altura (ela sempre foi a mais alta das amigas e tinha uma relação de amor e ódio com o salto alto). Eis que, um belo dia, cansada de se sentir mal consigo mesma, ela começou a postar fotos no espelho e selfies com a hashtag #honormycurves com o objetivo de melhorar sua auto estima e a de outras mulheres, compartilhando em seus posts momentos se sua vida e sua luta para vencer o preconceito que ela passou a ter consigo, por conta do bullying que sofria. Assim, nasceu o movimento Honor My Curves, cujo objetivo é justamente esse: honrar e amar as próprias curvas.

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Mademoiselle Pulp

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Essa é uma loja francesa de roupas feitas para mulheres gordas. Infelizmente, ela não entrega no Brasil, mas as fotos do lookbook são verdadeiras inspirações pra lembrar ao abrir o armário.

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Gisella Francisca

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Gisella é brasileira, mas mora fora do país. Já acompanhava o blog dela, e agora também a sigo no Instagram. Ela é daquelas mulheres que a gente fica suspirando a cada look que aparece. Como é bonita e estilosa, afff!

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Juliana Romano

20140213-130154.jpgJu Romano, muita gente já deve conhecer! Paulistana, jornalista e dona de um dos blogs mais bacanas do mundo plus brasileiro, o Entre Topetes e Vinis. Sempre fui fã do trabalho dela, em 2012 tive a incrível oportunidade de conhecê-la pessoalmente, ela é uma linda, por dentro e por fora!

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E é isso, pessoal! Vamos pro Instagram seguir essa galera e ficar por dentro das novidades, e não esqueçam que o Gordita também está por lá!

No Body Shame

Já fazia algum tempo que eu vinha pesquisando algo do tipo, então imaginem vocês a minha alegria quando me deparei com Whitney Thore. Ah, essas andanças na internet! Estou tão empolgada que nem sei se vou conseguir escrever direito! Hehe

Do começo fica mais fácil, né? Então, tá: O projeto No Body Shame, criado por Whitney  Thore é uma busca pela aceitação do próprio corpo, depois de muita auto-avaliação da própria vida sofrendo com o preconceito das pessoas sobre seu corpo, de seus distúrbios alimentares (sim ela era bulímica), e de sua jornada em deixar para trás a vergonha de mostrar o corpo, ou até mesmo coisas simples como comer em público, ou fazer coisas que sempre teve vontade de fazer por medo de ser julgada. Dançar era uma delas.

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A história parece familiar pra você?

Mas, não para por aí. No site dela você pode encontrar alguns relatos sobre sua história de vida, e ver com mais detalhes o que estou falando aqui bem superficialmente. Está em inglês, então, que não dominar muito bem o idioma, usa o Tradutor do Google sem medo de ser feliz, porque ela aborda assuntos muito interessantes!

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O mais importante, vem agora: Whitney pesa mais de 300 quilos e dança absurdamente. É linda, ágil, flexível pra caramba (muito mais do que muita gente magra, diga-se de passagem), e gorda. Gorda mesmo. E orgulhosa disso.

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Ela é dançarina e coreógrafa profissional. Há algum tempo, lançou uma série de vídeos mostrando suas coreografias e danças, sambando bonito na cara de quem acha que gorda não pode, não deve e não consegue dar uma giradinha nos calcanhares, quanto mais dançar loucamente. E ela mostra por A+B que dá, sim!



E agora mais um vídeo fazendo paródia com “Can’t Stop” de Miley Cyrus, que eu, particularmente, fiquei com vontade de estar lá com eles! Hehe

Descobrir este projeto me fez pensar muito a respeito das vergonhas que nós, gordos e gordas temos. Claro que todo mundo, gordo ou magro, velho ou novo, homem ou mulher, tem muitas vergonhas. Muitas barreiras a serem quebradas. Vergonhas que giram principalmente em torno dessa frase: “O que vão pensar de mim?”

Conheço algumas pessoas que, por estarem acima do peso ~ideal~, tem vergonha até de se levantar numa praça de alimentação ou num salão de festas, por exemplo, por vergonha das pessoas ficarem olhando para seu corpo grandes e pensarem coisas ruins a respeito delas. Ou, como no caso de Whitney, que não comem na frente de ninguém. Tantos medos, inseguranças em vários níveis, que dançar seria, assim, algo que qualquer pessoa tremeria nas bases só de pensar na hipótese, sendo gorda, então… Aí vejo essa série de vídeos e fico aqui de boca aberta, estatelada com tanta autoconfiança, desenvoltura, atitude, coragem… Eu mal notava o rapaz que dançava junto com ela, e não tinha nada a ver com o espaço em que ela ocupava na tela. Essa menina dança muito mesmo!

Qualquer pessoa, com qualquer peso e idade, deve se exercitar. Seja fazendo esportes, academia, dançando… Cada um deve escolher qual é a sua praia. Eu mesma gosto muito de natação e dança, dos 10 aos 16 sempre fiz balé, jazz, street dance, capoeira, caratê, natação, cada uma numa fase da vida. Já adulta, confesso ter ficado mais sedentária e preguiçosa, e a “cadimia” nossa de cada dia nunca me encheu os olhos, acho um porre, zero criatividade, astral, etc.

E sempre pensava na dança. Mas, com esse corpitcho, será que eu ia ter coragem de botar a cara na praça? Pois é, eu também tenho minhas vergonhas a serem vencidas. Mas, digo uma coisa, ler os relatos dessa moça, e ver uma mulher tem a atitude de botar um vídeo dela na internet, em bom baianês, BROCANDO TUDO (ou seja, arrasando! rs) para centenas de pessoas ao redor do mundo verem, o que são meia dúzia de pessoas numa sala de aula?!

Conclusão: pensando seriamente em me matricular numa escola de dança! Hehe

 

Desculpem o post longo, eu sabia que iria me empolgar, mas dessa vez vou abrir uma exceção e vou deixar assim, mesmo!

Bêjo!

Tokyo Fashion!

Não sei se vocês já ouviram falar neste site, é o meu mais novo queridinho!

Além das francesas, pra mim as trend-setters por natureza são as japonesas. E japoneses! Cheias de estilo, coragem, atitude, criatividade, não tem como não dar o braço a torcer!

Vá no link Street Photos e divirta-se com homens de mulheres super estilosos, algumas breguices e algumas fotos que mais parecem desenhos animados!

Vale a visita!

Beijos! 😉

Manifesto: Para refletir…

O Manifesto é um espaço aqui no blog que eu reservei pra escrever coisas que penso e desejo compartilhar com meus leitores. Sintam-se à vontade para comentar, concordar ou não, pois o Manifesto é pra isso mesmo: botar a boca no trombone e falar o que pensa.

Acho que sempre vale a pena refletir sobre assuntos importantes, não é mesmo? Pois, acho que todo mundo que anda pelo Twitter e internet, ou assiste televisão pode acompanhar, no dia do 2º turno, as manifestações de xenofobia contra os nordestinos que ocorreram por parte de pessoas que moram no eixo sul-sudeste por conta da eleição de Dilma Roussef.

Trouxe um texto que vem reforçar ainda mais esse contra movimento, o “Xenofobia Não!”. Sei que tenho muitas leitoras que moram em SP, RJ, RS, e este texto não tem intenção nenhuma de agredir ninguém. É fazer as pessoas pararem de atribuir ao lugar onde a pessoa nasce o motivo pra o Brasil não ir pra frente. O buraco é, de verdade, bem mais embaixo.

Primeiro, um vídeo comédia falando do assunto:

Pra quem tiver estômago, acessa o Xenofobia, Não!

E aqui um texto genial que recebi por email, e que não tive como não compartilhar com vocês…

Por José Barbosa Junior

A eleição de Dilma Rousseff trouxe à tona, entre muitas
outras coisas, o que há de pior no Brasil em relação aos preconceitos.
Sejam eles religiosos, partidários, regionais, foram lançados à luz de
maneira violenta, sádica e contraditória.

Já escrevi sobre os preconceitos religiosos em outros textos e a cada
dia me envergonho mais do povo que se diz evangélico (do qual faço
parte) e dos pilantras profissionais de púlpito, como Silas Malafaia,
Renê Terra Nova e outros, que se venderam de forma absurda aos seus
candidatos. E que fique bem claro: não os cito por terem apoiado o
Serra… outros pastores se venderam vergonhosamente para apoiarem a
candidata petista. A luta pelo poder ainda é a maior no meio do
baixo-evangelicismo brasileiro.

Mas o que me motivou a escrever este texto foi a celeuma causada na
internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas
declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso,
alavancada por uma declaração no  twitter:

“Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”.

Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros”
também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado
final das eleições, que elegeu a primeira mulher presidentE ou
presidentA (sim, fui corrigido por muitos e convencido pelos “amigos”
Houaiss e Aurélio) do nosso País.

E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados
em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!

Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!
Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?
Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura
brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos
José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de
Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e
a maravilhosa Rachel de Queiroz?

Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur
Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará
nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em
seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem
tudo?

Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os
talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de
Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o
deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!

E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de
atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e
Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do
paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.

Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será
eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e
2.
Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos
oferecer, povo analfabeto e sem cultura…

Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora
simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das
lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos
Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine?

Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…
E não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas
melodias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…

Ah! Nordestinos…

Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que
nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á
força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país?

Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um
ponto na sofrida e linda  história do seu povo?

Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo
civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a
lhes ensinar.

Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam
aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo
carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender
também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco,
Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e
voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!

Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda
poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não
apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla!
Vocês adorariam!!!

Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato
Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da
melhor qualidade!

Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo
civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho
infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não
trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é
o QUANTO esse trabalho infantil vai render.

Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar
nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um
trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom
mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais,
ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada,
mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que
importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de
Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!

Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!

Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder
a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo
abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta
beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a
sol.

Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras
ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na
construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques,
religiões e gentes.

Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a
importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na
literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em
que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do
escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”

Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe,
queridos irmãos nordestinos!

José Barbosa Junior, na madrugada de 03 de novembro de 2010.

E vocês, o que pensam a respeito?

Imagem: We <3 It.

Adele

Adele Laurie Blue Adkins é taurina de 5 de maio de 1988. Nascida em Tottenham, Londres, estourou na mídia em 2008 ao receber o BRIT Awards Critics’ Choice e foi nomeada talento-destaque de 2008 no BBC músicas e críticas anual, o Sound of 2008. Ela também foi nomeada a diversos Grammy Awards e ganhou 2  prêmios, Best New Artist e Best Female Pop Vocal Performance em 2009. Em 2010 Adele foi indicada no Grammy Award para  Melhor Performance Vocalista Pop por “Hometown Glory”.

Algumas fotos da mocinha:

Dona de  uma voz suave e de um estilo musical que, segundo ela mesmo costuma dizer, “a brokenheart soul”. Quando foi comparada com Duffy e Amy Winehouse, ela retrucou dizendo: “we’re a gender, not a genre”.

Dá pra ver que a mocinha tem personalidade, né? O rostinho angelical até que disfarça!

Por um tempo, Adele  teve alguns  problemas com bebida, e um  relacionamento conturbado com um namorado que a fez num dado momento até cancelar shows, logo no início da carreira – o que ela obviamente se arrependeu depois.

Uma de suas melhores músicas chama-se “Chasing Pavements”,  e foi escrita por Adele aos 16 anos. Eu sou suspeita, porque gosto de todo o album dela, o “19”. Ela planeja lançar seu segundo album em Janeiro de 2011.

Aqui algumas músicas dela que são lindas e que eu amo escutar em repeat:


E aqui um trecho da entrevista de quando ela ganhou os 2 prêmios 2009:

Fala sério, estou apaixonada pela música dela!

E vocês, gostaram?

Beijos!